13 de abr. de 2011

Habitações Universitárias

Projeto 1: Cité a Dock

O projeto fica em Le Havre (França), autoria do escritório Cattani Architects e compreende um conjunto de 100 apartamentos de 24m² e foi feito a partir do empilhamento de containers inutilizados numa grelha metálica. As unidades foram pensadas para estudantes e a idéia é oferecer uma unidade para cada estudante, resolvendo assim o conflito da falta de privacidade, do barulho e da rotina de cada um.


As unidades tem um banheiro, uma pequena cozinha e o restante é espaço livre. Todos foram equipados com móveis de madeira e possuem internet wi-fi gratuita.



Para assegurar o máximo isolamento térmico e acústico, as paredes do container adjacente ao exterior e aquelas que dividem as diferentes unidades foram revestidos com paredes de fogo de 40 centímetros de concreto armado de espessura, dentro de camadas de borracha para amortecer as vibrações.



Mais imagens: Pé de Ideias


Projeto 2: Keetwonen


Em 2006 a Tempohousing terminou o projecto Keetwonen, a maior vila de conteiners do mundo. O projeto compreende uma urbanização de mil unidades habitacionais para estudantes no centro de Amsterdam. Cada unidade tem 30m².


Exemplos de plantas

O prédio de metal foi comprado na china e chegou na Holanda por barco. Lá os containers passaram por uma reforma e ganharam equipamentos, como pia, banheiro, aquecedor e isolamento acústico. Quando chegaram na Holanda eles foram empilhados com guindastes e formou um prédio de 5 andares.


No complexo habitacional tem cafés, supermercado e uma área dedicada a lazer com quadra e tudo mais. As unidades são feitas em blocos e possuem uma unidade de serviços com eletricidade centralizada, internet e sistema de rede e ainda o telhado, que é integrado, drena as águas pluviais e ajuda a proporcionar dispersão de calor.

O prédio foi inaugurado em 2006 e apesar de não ter escadas abriga mais de 1100 estudantes que optaram por pagar um aluguel de 320 euros por mês, o que é super barato em comparação as outras opções na cidade.


Tudo isso deu tão certo que a empresa responsável pelo projeto já construiu outra vila num subúrbio de Amsterdam e já tem outros projetos sendo um deles um Hotel que está sendo erguido na cidade de Yenagoa, na Nigeria, só que dessa vez é lata por fora e acomodações de luxo por dentro.



Mais informações: Tempohousing




Por Jaure

6 de abr. de 2011

Arquitetura por Daniel Libeskind


Em meio as milhares de revistas empilhadas no criado mudo do meu quarto, encontrei uma matéria na revista ISTOÉ  (22 DEZ/2010) com uma entrevista feita pelo jornalista João Loes ao Arquiteto polonês Daniel Libeskind, um dos gênios da atualidade. Vou compartilhar algumas perguntas que me chamaram atenção na entrevista e espero que elas tenham alguma importância na carreira de vocês, nobres arquitetos:

ISTOÉ: O sr. tem uma ideologia que norteia seu trabalho?
Libeskind: Claro. Todos têm. A minha ideologia é simples: trabalhar de maneira aberta e promover a justiça, criando prédios que fazem sentido no espaço que ocupam e que estimulem a interação entre as pessoas. As minhas obras têm um papel ético na cidade em que estão. Esse papel pode ser descrito como o de não reforçar ideologias estabelecidas. Trabalhar alinhado a uma ideologia é limitante. Não bom para arquitetos, escritores e artistas. Não é bom para ninguém.

ISTOÉ: Há quem critique a arquitetura do espetáculo, que grita com suas formas, e prefira a arquitetura que sussurra. O que acha da moda da arquitetura espetacular?
Libeskind: A arquitetura que sussurra tem sua função: ser usada em lugares calmos e silenciosos. Você precisa da arquitetura que sussurra no cemitério, por exemplo. Mas cidades são lugares cheios de vida e energia. Não faz sentido sussurrar no meio de uma metrópole. Vamos deixar a palavra espetáculo de lado um minuto. A arquitetura sempre foi uma arte que precisa de força. Nunca acreditei na neutralização da arquitetura, como se fosse algo que devesse ter impacto no desenvolvimento de um lugar.

ISTOÉ: Prefere a arquitetura que grita por ser uma pessoa urbana?
Libeskind: Não acho adequado falar em arquitetura que grita. Prefiro falar em arquitetura que passa emoção e vida. Há ocasiões que a arquitetura sussurra, inclusive dentro das cidades. Em um hospital, por exemplo. Mas não na rua. O arquiteto tem de compreender o que ele está fazendo e se adaptar. Como um pianista, ele não pode só saber tocar o pianíssimo, ou forte. Tem que ter um espectro de emoções que vai do mais silencioso ao mais dramático. A construção de prédios e a concepção de projetos também devem ser assim, a vida é assim.

3 de abr. de 2011

Maior estrutura de madeira do mundo

Metropol Parasol, uma das maiores estruturas de madeira do mundo, é inaugurado na Espanha. O projeto, do escritório alemão J. Mayer H. Architects, é considerado uma das maiores estruturas de madeira do mundo. O concurso para a revitalização da praça de La Encarnación, em Sevilha, foi realizado em 2004. Toda a estrutura do local é feita de madeira coberta por uma fina camada de poliuretano. Inicialmente, o terreno seria transformado em um estacionamento, mas após descobertas arqueológicas no local, a prefeitura de Sevilha decidiu transformar o local em um centro cultural. O edifício abrigará um museu, uma praça elevada, um restaurante e observatórios no topo da estrutura. Abaixo da estrutura, haverá uma praça coberta, visando a interação entre os moradores da região. Segundo os arquitetos, o Metropol Parasol explora o potencial da Plaza de La Encarnación de se tornar o novo centro urbano de Sevilha". "A infraestrutura bem desenvolvida ajuda a praça a se ativar, tornando-a um destino atrativo para turistas e para moradores locais", relatam os arquitetos. O edifício é formado por peças de madeira encaixadas umas nas outras. As peças deixam um espaço livre para a passagem do sol. Além disso, as cores neutras da estrutura contrastam com as cores fortes das construções da região.

2 de abr. de 2011

Terminal Internacional de Cruzeiros em Xangai

O escritório de arquitetura Sparch Arquitetos são responsáveis pelo plano diretor do novo terminal de cruzeiros internacionais de Xangai. Com 800 metros de comprimento, está localizado ao norte do centro histórico de Xangai e se tornará uma nova porta de entrada para a metrópole, podendo acomodar três navios de cruzeiro de 80.000 toneladas, com um fluxo de passageiros de mais de 1,5 milhões de pessoas por ano. O projeto tem o objetivo de que as grandes empresas de cruzeiros do Sudeste Asiático incluam Xangai nas suas rotas. As autoridades de Xangai abordaram a necessidade de abrir "espaços de respiração pela cidade. O tema desse novo plano diretor é "melhor cidade, melhor vida", e o terminal de cruzeiros parte dessa ideia de criar um corredor verde ao longo do rio Huangpu. O projeto arquitetônico do terminal considera a dimensão dos navios de cruzeiro que entrarão lá. A área total de construção é 260 mil metros quadrados, sendo que 50% das instalações estarão do subsolo. A ideia era libear o terreno para que pudesse servir como parque e áreas verdes ao longo da borda da água. O conceito do projeto explora a idéia de ondulações do terreno a ser amplificado em ondas cristalinas que envolvem os edifícios. Todos os seis pavilhões de escritórios que compõem o terminal possuem átrios ventilados, coberto com clarabóias. Aberturas nas fachadas dos escritórios fornecem refrigeração. O engenheiro Arup criou um sistema de refrigeração com a água do rio, a primeira em Xangai para uma aplicação comercial, que vai tirar água do rio Huang Pu e combiná-lo, através de trocadores de calor, com o sistema de climatização. Este sistema irá reduzir significativamente o consumo de energia dos edifícios durante os meses de verão. Nos telhados do pavilhão de escritórios será instalado uma membrana fotovoltaica, para compensar as necessidades de energia da iluminação da paisagem e espaços públicos durante a noite.





















31 de mar. de 2011

Apertamentos charmosos

Seguindo a ideia da Jaure de moradias pequenas, aqui tem outro apartamento [ou seria apertamento literalmente?] bem pequeno, mas um pouco maior do que os 16 m², onde vive a advogada Denise, que precisava de um local no centro de São Paulo pra evitar os congestionamentos e facilitar a vida.
A quitinete de Denise tem uma planta diferente da convencional, além de um pilar redondo estrutural (1). Para ganhar área livre e ter a sensação de amplitude, Denise investiu em poucos móveis. Na parte mais larga, foi possível reservar uma área para a sala, com o sofá e as estantes, e outra para o quarto, representado pela cama suspensa (2). O pé-direito alto, de 2,90 m, facilitou a instalação do móvel. A televisão fica na parede oposta à da janela, o que possibilita que seja vista do sofá e da cama. O janelão acolhe a entrada de muita luz natural, e por causa disso, a solução foi adotar uma cortina curta, que não sobrecarregasse o ambiente, já enxuto.

Mesmo com pouco espaço, Denise conseguiu delimitar ambientes valendo-se de uma forma esperta de distribuir os móveis: o tapete é entrada para o quarto e os banquinhos demarcam as fronteiras da sala. A cama de casal suspensa feita sob medida fica cerca de 1 m abaixo do teto – assim Denise pode sentar sem risco de bater a cabeça. Embaixo, sobrou 1,70 m de altura para o closet, que tem duas araras metálicas e uma prateleira alta, fixada na própria estrutura da cama, resistente porque é feita de madeira maciça. O desafio é manter as coisas em ordem, já que ficam aparentes: uma cortina esconde os pertences quando a preguiça bate mais forte que o desejo de arrumação. De quebra, o varão é aproveitado como guarda-corpo. Lindos, a cadeira de balanço e o lustre completam o ambiente.

Uma das últimas grandes aquisições foi a estante que se estende pela parede de 4m.Com o móvel cheio de nichos, a moradora conseguiu organizar livros, objetos decorativos e mimos como os muitos porta-retratos. A manutenção simples do piso frio, de cerâmica, agiliza a limpeza da quitinete. Como Denise tem duas gatinhas, isso é fundamental. Quando recebe os amigos, Denise oferece, além do sofá, as almofadas com jeitinho de futon, tudo bem informal.



Fonte: Revista Minha Casa, agosto 2010

30 de mar. de 2011

Casa Hitler, bota fé?



Essa é pra quem não entendia quando o professor falava de "arquitetura biomórfica"

Uma casa que se assemelharia aos traços da face do nazista Adolf Hitler se tornou sensação na internet.
Segundo a agência "Associated Press", a imagem da casa em Swansea, no País de Gales, foi publicada mais de 65 mil vezes por usuários do Twitter, serviço de microblog.
Segundo os usuários, a madeira acima da porta representaria o bigode do ditador nazista e o teto em preto inclinado lembraria seu cabelo.


por Dé!

Apartamento de 3 andares em 16m²

Falta de espaço é um problema que temos que administrar constantemente. Isso não é nenhuma novidade, mas o melhor de tudo é ver soluções inteligentes para a resolução deste problema.

Steve Sauer faz parte do seleto grupo de pessoas que buscam alternativas sensacionais. Ele conseguiu montar um apartamento de três pavimentos em apenas 16 metros quadrados. Isso mesmo que você leu: 16 metros quadrados de espaço.

“O que eu realmente queria era um lugar com o que eu preciso. A qualidade é mais importante do que a quantidade de espaço. Eu tenho facilidade de perceber quando as coisas estão no lugar”, disse o engenheiro da fábrica da Boing – especialista na arte de organizar elementos em todos os espaços, tornando-os extremamente funcionais.

De acordo com uma matéria do jornal The Seattle Times no limitado apartamento de Sauer, você pode encontrar: duas camas, uma cozinha, incluindo uma máquina de lavar, uma banheira, um armário, espaço para armazenar duas bicicletas, uma mesa de jantar e uma série de compartimentos distribuídos em 3 níveis.

O segredo, segundo Sauer, é consumir todo o espaço possível. Em outras palavras, comprar um pouco de comida, mas comer muito bem.


A verdade é que o lugar parece muito agradável e mostra como se deve interagir com o espaço disponível.


29 de mar. de 2011

Rapidinha: Eduardo Souto leva o Pritzker 2011!

Neste ano o escolhido foi esse português simpático: Eduardo Souto de Moura, discípulo de Alvaro Siza, nascido em 1952 na cidade de Porto.
Pra quem não conhece, o prêmio Pritzker é como se fosse o "Nobel da Arquitetura". Os maiores arquitetos da história estão lá no hall dos premiados, incluindo nosso querido Niemeyer.

A honraria deveria ser anunciada no mês que vêm e apresentada em Washington, mas foi divulgada prematuramente pelo site da organização.
O prêmio, concedido anualmente a um arquiteto vivo, é patrocinado pela abastada família Pritzker, de Chicago, principal proprietária da rede Hyatt Hotels e de outros negócios.

Além de todo prestígio, o vencedor do prêmio leva a miséria de 100 mil dólares, cerca de 70 mil euros. Ta suave né?

Para conhecer o trabalho do Souto Moura, clique aqui.


Por Dé!

Trocando Gato por Lebre!


O órgão de planejamento urbano da cidade de Joinville foi assumido por uma ADVOGADA, cuja formação não inclui qualificações para desenvolver o planejamento da cidade. É isso aí, é pra isso que a gente se mata 5 anos fazendo arquitetura.

Segue abaixo a carta do Arquiteto de Joinville Sérgio Guilherme Gollnick ao Jornal ANotícia:

"A OAB ficaria em silêncio se um arquiteto ou engenheiro assumisse a Procuradoria Geral do Município de Joinville?

CAMPO DE ATUAÇÃO PROFISSIONAL

A profissão de arquiteto e urbanista é regulamentada pela lei federal 5194/66, de 24 de dezembro de 1966. Desta forma, o exercício da profissão fica reservado aos que possuem diploma de faculdade ou escola superior oficial reconhecida pelo Estado.

A lei 5194/66, em seu Art. 7o diz que as atividades e atribuições do engenheiro, do arquiteto urbanista e do engenheiro-agrônomo consistem em:

• a) desempenho de cargos, funções e comissões em entidades estatais, paraestatais, autárquicas e de economia mista e privada;
• b) planejamento ou projeto, em geral, de regiões, zonas, cidades, obras, estruturas, transportes, explorações de recursos naturais e desenvolvimento da produção industrial e agropecuária;
• c) estudos, projetos, análises, avaliações, vistorias, perícias, pareceres e divulgação técnica;
• d) ensino, pesquisa, experimentação e ensaios;
• e) fiscalização de obras e serviços técnicos;
• f) direção de obras e serviços técnicos;
• g) execução de obras e serviços técnicos;
• h) produção técnica especializada, industrial ou agropecuária;

Parágrafo único os engenheiros, arquitetos e engenheiros-agrônomos poderão exercer qualquer outra atividade que, por sua natureza, se inclua no âmbito de suas profissões.

A resolução 218/73 CONFEA diz sobre essas mesmas atividades e atribuições:

Art.1o – Supervisão, coordenação e orientação técnica; estudo, planejamento, projeto e especificação; estudo de viabilidade técnico-econômica; assistência, assessoria e consultoria; direção de obra e serviço técnico; vistoria, perícia, avaliação, arbitramento, laudo e parecer técnico; desempenho de cargo e função técnica; ensino pesquisa, análise, experimentação, ensaio e divulgação técnica, extensão; elaboração de orçamento; padronização, mensuração e controle de qualidade; execução de obra e serviço técnico; fiscalização de obra e serviço técnico; produção técnica e especializada; condução de trabalho técnico; condução de equipe de instalação, montagem, operação, reparo ou manutenção; execução de instalação, montagem e reparo; operação e manutenção de equipamento e instalação; execução de desenho técnico.

Art. 2o – Compete ao arquiteto o desempenho das atividades (acima) referentes à: edificações – conjuntos arquitetônicos e monumentos – arquitetura paisagística e de interiores – planejamento físico local, urbano e regional, seus serviços afins e correlatos.

As atribuições profissionais legalmente conferidas aos arquitetos possibilitam-lhes amplas oportunidades no mercado de trabalho. A globalização e o avanço tecnológico transformam rapidamente as profissões e o modo de produção da sociedade contemporânea, exigindo, em conseqüência, que os novos profissionais detenham, simultaneamente, maior especialização e compreensão dos processos globais de produção.

Nesse cenário, pode-se reconhecer a versatilidade do arquiteto e urbanista que tem a sua formação fundamentada nos conhecimentos de diversas áreas – tecnológica, social, ambiental e cultural – o que contribui para respaldar a amplitude de suas atribuições profissionais.

As leis e normas que definem as atribuições profissionais são federais e precederam sua aprovação no Congresso Nacional, onde nosso alcáide exerceu mandato e, penso eu, esqueceu de algumas premissas.

Pela segunda vez na história do IPPUJ, orgão municipal que tem por finalidade executar a política urbana, ele passa a ser comandado por um profissonal não habilitado para exercer esta função que é técnica e necessita a habilidade de entender a dinâmica urbana onde o Estatuto das Cidades é o referencial normativo. Tanto o Ministério das Cidades quanto a CEF entendem que a atuação na área do planejamento urbano é tarefa do arquiteto e urbanista e assim colaboram para reconhecer a atribuição profissional. A situação gerada em Joinville passa novamente pela humilhação e, deveria indignar os profissionais Arquitetos e Urbanista locais.

Certamente a OAB entende esta linha de raciocínio legal que foi aqui exposta e, por certo, iria privilegiar a linha da observância normativas e legais que regem a profissão dos advogados, caso um profissional não habilitado viesse a assumir as funções de Procurador do Município, por exemplo. É de se imaginar que numa situação desta a entidade viesse a defender ferrenhamente que o cargo público, mesmo que de livre nnomeação do prefeito, viesse a ser ocupado por que está legalmente habilitado a exercê-lo como premissa, independente do curriculo ou do perfil profissional. Nem mesmo cursos de especialização e extensão profissional são suficientes para dar habilitação a um profissonal de outra área, salvo se os títulos obtiverem o reconhecimento do sistema CREA/CONFEA. Seria talvez a hora de uma entidade de classe defender o iteresse dos profissionais a ela ligada. Tenho dito.

Esclarecendo, o exercício da profissão de urbanista é única e está reservada aos profissionais ARQUITETOS E URBANISTAS pela RESOLUÇÃO Nº 1.010, DE 22 DE AGOSTO DE 2005 que dispõe sobre a regulamentação da atribuição de títulos profissionais, atividades, competências e caracterização do âmbito de atuação dos profissionais inseridos no Sistema Confea/Crea, para efeito de fiscalização do exercício profissional."

Blog do Arquiteto Sérgio Guilherme: http://lavienville.blogspot.com

28 de mar. de 2011

O Interruptor do Futuro!

Chega de se complicar com interruptores cheio de teclas! O lance agora é esse:


HAHAHAHAH! Putz, como eu amo tecnologia!

Desenvolvido por Yanko Design

Por, Dé!

Caminhando Sobre as Águas!

Pra quem pensou que coisas do tipo só rolavam no Star Trek...


O princípio de funcionamento é simples: ladrilhos operados por tração mecânica que afundam lentamente. De acordo com a fabricante, ainda se pode ajustar a profundidade da piscina.

Confere o vídeo com a belezura em funcionamento:




Site da fabricante AQUI

Grana e espaço pra aderir essa idéia é o de menos :DD
Boa semana a todos, Dé!

27 de mar. de 2011

Um restaurante diferente.


Já vimos vários restaurante no topo de prédios altos, e que ficam girando 360º, mas que tal ir jantar num restaurante debaixo das águas do Oceano Índico?
Pra quem curtiu a idéia, o restaurante se chama Ithaa. Ele é completamente envidraçado e proporciona uma vista deslumbrante sobre um recife de coral e as criaturas marinhas que lá habitam: raias, tubarões, entre outros.


Localizado nas Ilhas Maldivas, um lugar que é considerado um pedaço do paraíso na Terra. A beleza natural é ímpar e é a sua caracteristica mais forte, por isso são consideradas um destino turistico muito procurado. Em 2005, a cadeira internacional Hilton estabeleceu uma unidade hoteleira na ilha Rangali, e aí construiu um restaurante muito excluisivo, o Ithaa.



O Ithaa, que significa "pérola", é um espaço pequeno mas deslumbrante. Situa-se a 5 metros de profundidade. O acesso é feito através de uma plataforma à superfície, na lagoa, onde os hóspedes podem tomar uma bebida antes de entrar na sala de refeições propriamente dita. Ao descer por uma escada em caracol deparam então com uma sala com 5 metros de largura e 9 de comprimento, coberta por uma cúpula semicircular em vidro acrílico transparente. Graças a esta característica, podem desfrutar de uma refeição sofisticada rodeados da paisagem bela e exótica da lagoa circundante e do recife de coral, onde se movem peixes multicoloridos de várias espécies, raias e até tubarões.


Para realizar este edifício subaquático a empresa MJ Murphy Ltd, da Nova Zelândia, recorreu à tecnologia usada na construção de grandes aquários marinhos, como o de Sidney. Há apenas lugar para 12 pessoas neste restaurante, onde uma refeição pode custar entre 120 a 250 dólares, mas a experiência que proporciona é única, como o prova a enorme procura de que é alvo. A gerência recomenda que se faça reserva de mesa com 15 dias de antecedência. Não acha que vale a pena?



Mais informações: Conrad Hotel


Lari, seja bem vinda ao bonde do Arquitetrip haha


Por Jaure

Oi gente, sou nova por aqui, inaugurando meu primeiro post, e nada mais justo que me apresentar pra vocês. Meu nome é Larissa, mais popularmente chamada de Lari ou Larissinha, tenho 19 anos, quase 20, e to na quinta fase de arquitetura e urbanismo, e só quem faz arquitetura ou já fez sabe como é corrida e talvez um pouco masoquista essa nossa vida, sempre correndo por causa de projeto ou desesperados por causa de uma prova de sistemas estruturais. Fui convidada pelo Dé a ajudar aqui no blog, e espero contribuir com bastante informações legais e úteis. Bom, acho que é isso né, meu twitter é @LariMooreira, caso alguém queira me seguir por lá. Beijos

23 de mar. de 2011

Parkour com espaço urbano: sensacional!


O premiado arquiteto Bjarke Ingels, fundador da BIG Architects, é fascinado pelo grupo de parkours “Team Jiyo” e juntamente com eles, criou um projeto para transmitir arquitetura de uma maneira diferente. Ele leva a equipe aos seus projetos, para explorar e revelar as suas competências, que podem ser tão inovadoras como a própria arquitetura.
O filme viaja por todo o mundo a partir de Dinamarca e Japão, Estados Unidos, Reino Unido e China para explorar a mobilidade urbana de cada região.

Confere aí!

Fonte: http://www.objectivecinema.net/showcase/2010/10/02/my-playground/


Por Dé!


22 de mar. de 2011

Manifesto pela Vida!


Salve salve, queridos leitores!

Recentemente recebi via Facebook o convite para um evento inusitado que acontecerá nesse sábado, especificamente as 20:30h. Trata-se da HORA DO PLANETA, a maior mobilização do mundo contra o aquecimento global:



A Hora do Planeta é um ato simbólico, promovido no mundo todo pela Rede WWF, no qual governos, empresas e a população demonstram a sua preocupação com o aquecimento global, apagando as suas luzes durante sessenta minutos.

Em 2010, mais de um bilhão de pessoas em 4616 cidades, em 128 países, apagaram as luzes durante a Hora do Planeta. Em 2011 a mobilização será ainda maior!

"Em 2011, a Hora do Planeta vai além da hora. É o começo de um processo de mudança e tomada de atitudes concretas para o bem do planeta. Ao participar da Hora do Planeta, pedimos que além de pagar as luzes no próximo dia 26 de março você torne o seu cotidiano mais sustentável.

Nesse primeiro passo, a proposta do WWF-Brasil é “Recicle-se”.

Reduzir, reutilizar e reciclar. Essas são ações concretas que todos nós podemos fazer para minimizar o nosso impacto no meio ambiente. Cada tonelada de lixo gerada pelo consumo, por exemplo, resulta em média de vinte toneladas de resíduos associadas à extração de recursos naturais e de cinco toneladas durante a industrialização. Gerar menos lixo e reciclar mais é a mudança comportamental que está ao alcance de todos para garantirmos as condições necessárias para a vida no nosso planeta.

Fique atento. 60+ é uma plataforma de informação e mobilização que vai ajudar você e seus amigos a conquistarem esse objetivo.

O WWF-Brasil, o planeta Terra e todos nós agradecemos!"

Mais informações: http://horadoplaneta.org.br

Então façamos nossa parte, arquitetos. Juntos por um mundo melhor!
Por, Dé!